terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Aspectos que interferem na construção da acessibilidade em bibliotecas universitárias.


Em artigo publicado na revista Scielo, foi apontado alguns aspectos necessários para a acessibilidade, um estudo feito na biblioteca da UFSC mostrando o que pode ser feito na questão arquitetônica principalmente.
     
Os ambientes universitários estão associados ao conhecimento, relacionado ao acesso a informação, por isso temos que relacionar toda a criação e disseminação da informação a acessibilidade. Conforme Mazzoni e Torres em uma pesquisa feita no ambiente universitário o acesso a tecnologias á uma exclusão dos portadores de deficiência, pra isso no decorrer dos anos o uso da informação e o uso da informática sofreu grande alteração para se adaptar. Os ambientes precisam ser projetados redesenhados. Assim consideramos a acessibilidade é um projeto em que todos estão envolvidos, é necessário zelar para ter uma qualidade, criado a partir de um modelo para garantir a funcionalidade. Como no exemplo dado na pesquisa feita na Biblioteca da  Universidade Federal de Santa Catarina, apontando como a reforma arquitetônica é importante, e o uso de pessoas treinadas para lidar com quem que precise da acessibilidade.


Fonte: Mazzoni,A.A, Torres, E.F. [et al].Aspectos que interferem na construção da acessibilidade em bibliotecas universitárias.Ci.Inf., Brasília, v. 30, n. 2, p. 29-34, maio/ago. 2001

Obras no setor de Ciências Sociais Aplicadas não privilegiam acessibilidade


Retrata as obras no acesso entre o prédio do Setor de Ciências Sociais Aplicadas, localizado no Campus Jardim Botânico, e os Centros Acadêmicos e o Restaurante Universitário, ao fundo. Como pode-se perceber não há rampa de acesso ao setor por esta entrada, que é a entrada do estacionamento, pode-se observar também alguns corrimões, mas estes são apenas para a saída de emergência do auditório do setor, nota-se a presença de vagas de estacionamento reservadas a idosos.

Scientia – Acessibilidade Parte 1 (09/05/13)

Ficha técnica:
  • Apresentação e produção: Alexandra Fernandes
  • Imagens: Tony Serpa
  • Edição e Finalização: Lunardo de Campos
  • Trilha Sonora Tema: Caio Marques
  • Direção de TV: Adriane Schmidt Borgia
  • Direção Geral: Carlos Rocha
  • Convidados: Laura Moreira, Eliane Stroparo, Ken Fonseca, Adriana e Marina.
  • Duração: 24min22seg
  • Disponível em:



SCIENTIA – ACESSIBILIDADE PARTE 1 (09/05/13).


Na edição do dia 09/05/2013, o programa Scientia, da TV UFPR, aborda o tema acessibilidade entrevistando e apresentando inovações e, dessa maneira, informando o telespectador sobre o tema abordado. O programa mostra uma entrevista com Laura Moreira falando sobre a lei de acessibilidade, e sua importância para pessoas com deficiência, idosos e gestantes. Exemplificando um caso de correta acessibilidade dentro das dependências da Universidade Federal do Paraná, o programa mostra Alexandra Fernandes conversando com Eliane Stroparo, sobre a acessibilidade dentro da biblioteca de ciência e tecnologia – uma das 15 unidades das bibliotecas da UFPR, sendo um exemplo de acessibilidade. Lombadas diferenciais de livros, maior largura nos corredores, instalação de elevadores com acesso a todos os andares, atenção especial à sinalização e também o piso tátil (útil para pessoas com deficiência visual), além do laboratório de informática que também visa ser acessível a todos os usuários. Todas essas caraterísticas visam o conforto, segurança e eficiência no uso da biblioteca para os usuários que necessitam de suporte. O programa acaba abordando a acessibilidade sob a perspectiva do design, trazendo projetos do Ken Fonseca e mostrando novas tendências para soluções de problemas enfrentados por cadeirantes. A professora Adriana e a professora Marina apresentam um laboratório que simula uma residência totalmente adaptada para cadeirantes. Além disso, ao abordando a acessibilidade, o programa cumpre seu objetivo exibindo maneiras alternativas de realizar ações como tarefas de escritórios, atividades de lazer e outras atividades.

Universidades reprovadas em acessibilidade

Disponível em:

Em matéria veículada no dia 22/04/2013 no sítio eletrônico www.gazetadopovo.com.br, Anna Simas aborda as condições das cinco universidades de Curitiba em relação à acessibilidade.


Com visitas aos seis câmpus, monitoradas pelo arquiteto Ricardo Mesquita e o por Mauro Nardini, presidente da Associação dos Deficientes Físicos do Paraná. A avaliação foi realizada em espaços comuns como, por exemplo, salas de aulas, bibliotecas, corredores, auditórios, calçadas e etc, definindo se os usuários possuem autonomia e segurança. Na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) foram relatados problemas com calçadas irregulares, rampas ruins e falta de guia tátil no estacionamento e dificuldades encontradas em todos os andares, com exceção do térreo, em contrapartida, há funcionários capacitados para auxiliar no que for necessário. Na Universidade Positivo (UP) a situação é melhor, com a melhor avaliação de todos os câmpus, a UP conta com falhas nos pisos escorregadios e irregulares, além de possuir deslocamento entre andares por meio de elevadores, um problema em caso de falta de luz. Na Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) há pisos escorregadios e grades que dificultam a circulação de portadores de bengalas e cadeiras de rodas, em contraponto, o campus conta com acesso à rampas de acesso em quase todos os andares. Na Universidade Federal do Paraná (UFPR) há falhas em prédios antigos como o do campus da Reitoria, com graves dificuldades de mobilidade e falta de adequação às normas, já em prédios mais novos como, por exemplo, prédios do campus Botânico há bons exemplos, pois há maiores adequações e preocupações com a acessibilidade. 

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Biblioteca de Tecnologia vai ganhar equipamentos para deficientes visuais

Disponível em:
http://www.ufpr.br/portalufpr/noticias/biblioteca-de-tecnologia-vai-ganhar-equipamentos-para-deficientes-visuais/

Ana Paula Moraes aborda as melhorias na biblioteca de ciência e tecnologia após proposta apresentada pelo Setor de Tecnologia, o Fundo Gestor de Desenvolvimento Acadêmico, autorizou investimentos para tornar a biblioteca de tecnologia acessível para pessoas com deficiência visual; serão instalados um leitor autônomo e instantâneo , que converte a leitura convencional em sistema braille, e uma mesa tátil falante, que auxilia no deslocamento do deficiente visual dentro do prédio da biblioteca. Com essas adequações a biblioteca de tecnologia irá torna-se a primeira da UFPR acessível ao público deficiente visual.